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E se afinal for verdade que o dinheiro cresce se o plantarmos?





Há uns tempos, a passear com os meus filhos, deixei cair umas moedas e claro que assim que me debrucei para as apanhar, eles disseram – Pai! Não és tu que costumas dizer na brincadeira que assim o dinheiro não cresce?!?... Sorri, mas curiosamente pouco depois encontramos uma moeda antiga no chão. Quando cheguei a casa, consultei o Anuário de Numismática e qual o meu espanto quando vi que essa moeda valia agora 10x mais que o seu valor facial.

Percebi que uma inocente piada pode ser realmente uma das melhores lições sobre investimentos que alguém pode dar.

Alguns já terão percebido onde quero chegar e outros certamente já tiraram esta conclusão há muito tempo, mas foi necessária esta conjugação de eventos para perceber que afinal é mesmo verdade que se plantarmos o dinheiro, ele cresce mesmo! Não cria raízes, nem caules, nem folhas, mas se o enterrarmos e o esquecermos por uns tempos (de preferência bem acomodado numa embalagem estanque) passado uns tempos esse dinheiro valerá mais.

Na Verdade, não acontece nada aquele dinheiro… o resto que está “cá fora” é que um dia deixa de circular e transforma aquele em raro, colecionável e por isso mais valioso. É mesmo uma questão de tempo e de estar escondido para que não caiamos em tentação de o gastar.

Talvez enterrar o dinheiro não seja a melhor solução de poupança pois o tempo que temos de esperar pode ser superior à nossa esperança de vida, sendo que eu ainda sou do tempo dos escudos e agora as notas e moedas valem mais que o valor facial, mas porque a malfadada inflação ajuda a que a valorização desse dinheiro não seja suficiente para superar o aumento do custo das coisas no mesmo período de tempo.

Em muitos investimentos, é a pressa de ganhar dinheiro que muitas vezes condiciona os nossos ganhos. Por norma, “Sobrestimamos o que podemos ganhar num ano e Subestimamos o que podemos ganhar em 10 anos.”

Basta pensarmos na rendibilidade que teríamos se tivéssemos comprado uma casa há 10 anos atrás ou tivéssemos investido parte das nossas poupanças no maior índice de ações americanas há 10 anos atrás quando estava a cerca de 1000 dólares e chegou aos 4750, ou até investido em Bitcoin a cêntimos tendo chegado há pouco tempo atrás aos 60000. Claro que isto não são conselhos de investimento até porque as rendibilidades passadas não são garantia de rendibilidades futuras, mas sim exemplos, que na minha opinião, ilustram aquele que é um erro comum dos investidores que é não deixar correr os ganhos!

Já sabem que os investimentos começam pela poupança, a poupança por juntar dinheiro e só é possível juntar dinheiro se gastarmos um pouco menos do que ganhamos, sendo que muitas vezes, necessitamos de planear e ajustar os nossos gastos.

Aos poucos, com disciplina… enfim… a seu tempo!

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